O Quieto
Pela primeira vez decidi escrever um poema na minha lingua nativa, o Português. É pequeno, mas talvez no futuro o prolongue caso algo mais me ocorra, até lá espero que gostem. Chamei-lhe de "O Quieto".
-- O Quieto --
Respira e inspira,
do seu canto admira.
Opinião guardada
nunca partilhada,
seu silêncio brandira
como espada afiada.
Neste mundo de dor
o Quieto permanece,
dentro dele um ardor
tão grande prevalece.
Ele sente e estremece
por vezes enlouquece
de tanto sentir.
Aguarda ansiosamente,
mas não sabe bem o que.
Sente desesperadamente,
mas não entende o porque.
Uma pequena projeção de claridade
num mundo tão escuro e sombrio.
Não cede a subjetividade,
pois nele há algo tão puro.
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