O Quieto
Pela primeira vez decidi escrever um poema na minha lingua nativa, o Português. É pequeno, mas talvez no futuro o prolongue caso algo mais me ocorra, até lá espero que gostem. Chamei-lhe de "O Quieto". -- O Quieto -- Respira e inspira, do seu canto admira. Opinião guardada nunca partilhada, seu silêncio brandira como espada afiada. Neste mundo de dor o Quieto permanece, dentro dele um ardor tão grande prevalece. Ele sente e estremece por vezes enlouquece de tanto sentir. Aguarda ansiosamente, mas não sabe bem o que. Sente desesperadamente, mas não entende o porque. Uma pequena projeção de claridade num mundo tão escuro e sombrio. Não cede a subjetividade, pois nele há algo tão puro.